27 de dez de 2009

Tu já ficou com alguém?

     Estava lembrando com meus botões um 'causo' que me aconteceu quando eu tinha lá meus 9, 10 anos de idade, tempo em que eu ainda gostava de ir pra praia salgar a bunda e ter ensolações e queimaduras de mãe-d'água.

    Numa dessas indiadas farofentas, aqui pelo Cassino mesmo (numa das nossas viagens para os natais com a família), estava eu na água da praia - um diazinho até meio nublado - e eu me imaginava sendo a Ariel, a Pequena Sereia... me achava o máximo! (e era o ó do boró kkkk)

     Não é que me aparece um menino nadando ali nas proximidades do meu "fundo do mar"? Um menino moreno, de cabelos compridos e o resto eu não sei porque sou péssima fisionomista. O tal menino foi direto:

- Oi, qual o teu nome bonitinha?

Eu, ser de sutileza infinita respondi:

-Bonitinha é o rabo do cachorro! (minha mãe é contra palavrões e se ela descobrisse que falei eu acho que morria) Vai pastar seu maricas de cabelo comprido! (sim, maricas... porque eu li em algum livro)

O menino, não satisfeito me perguntou:

- Tu és daqui?

Eu, ainda bem Deborinha mesmo:

- Sou e não sou .

O menino, com aquela cara de "liga pro hospício que essa aí tem que ser medicada", muito educado:

- Como alguém pode ser e não ser de algum lugar? Eu sou de Bagé, venho pro Cassino com os meus pais no verão.

Eu, muito "expliquenta" que era, sempre perdendo a oportunidade de me calar...

- Pois é, eu nasci em Rio Grande, não no Cassino e me mudei pra São Paulo quando eu tinha 5 anos porque meu pai foi trabalhar lá, daí a minha mãe deixou a faculdade, meu pai alugou um apartamento no décimo andar na Moóca e fomos morar no apartamento do Edifício Califórnia na Avenida Paes de Barros eu, ele, meu irmãozinho que na época era um bebê-nem-tão-bebê de um ano e minha mãe e mais a minha avó que não é bem minha avó mas é minha tia que criou minha mãe e eu chamo ela de vó porque ela cuida de mim que nem vó cuidaria e daí eu moro lá o ano inteiro e volto pra Rio Grande todos os natais venho de viagem de carro o dia inteiro na estrada e eu passo mal e vomito mas eu gosto daqui porque eu nasci aqui e como é verão eu venho pro Cassino com a minha família pra passear.

O menino, cansado e quase dormindo me larga a ostra que geraria a minha primeira pérola mais surreal:

- Tu já ficou com alguém?

(cmofas///////) Muito certa da resposta, me enchi de razão!

- Mas claro que sim, eu fico todos os dias, com o meu pai, a minha mãe, meu irmão, minha tia Size e mais quem vier... ficamos sempre lá em casa, somos muito unidos!

(dããããããã)

E o guri, muito paciente:

- Mas tu sabe o que é ficar?

- Claro que eu sei, é um verbo, seu abobado! Verbo que fala sobre a gente permanecer em algum lugar, oras.

- Não, eu digo ficar, de dar beijo na boca e por aí vai...

(ãhn????)

- Ah, tu fala disso? Mas isso é namorar!

- Não, por um dia só é só ficar, namorar é mais comprido.

- Ah, então eu não fiquei, não fico e nem quero ficar com ninguém nunca na minha vida porque dar beijo na boca troca muitas bactérias e dá sapinho e herpes! E tu vai pra puta que pariu que eu não quero saber desses assuntos aqui comigo! E se tu disser pra minha mãe que te falei que é pra ir pra puta que pariu eu ainda te cago a pau e te afogo, seu cabeludo bixona!!!


É, nem sempre o Aurélio me ajudou... :s



13 de out de 2009

Mais um de tantos sofríveis.

     Tem assuntos que chegam a apertar o coração só de pensar. Mesmo a gente sabendo que se foram, mesmo a gente sabendo que não tem que pensar nisso, mesmo sabendo que não passa de miragem. A teimosia sentimental é coisa triste... mas eu não supero algumas coisas. E, de certa forma, acho até que quero não superar, chego ao ponto em que até me orgulho disso, é o que parece me tornar mais humana, é o que me traz alegria em algumas manhãs e que traz bucolismo às minhas noites. As estrelas nunca mais foram as mesmas desde então.

     O que mais aperta o meu coração é saber ter perdido algo em algum momento que eu mesma nem sei definir. É estranho hoje em dia eu ver e rever páginas do passado que parecem todas impressas com o mesmo teor: let it go let it go... deixar que se vá, acho que foi justamente isso que eu fiz, eu cruzei os braços pra uma coisa que me era de grande valia e eu não sabia o quanto. Deixei partir sem pensar, sem duvidar de nada... na realidade deixei partir sem nem perceber que estava deixando a porta aberta pra partida.

     Ao mesmo tempo pondero e percebo que a culpa não é de todo minha, o destino por si só fez questão de virar as páginas por conta até tudo cair no esquecimento, mas o teor não muda... é let it go o tempo todo... deixar partir. A porta aberta, caso queiras... got it? O abraço que se fecha, o beijo que não mais é oferecido, o calor humano que se converte em sentimentos outrem que parecem indefiníveis por serem inacreditados.

     O pior é eu saber que tudo não passa de ilusão. Vi e vivi demais em uma esfera onde não havia nada disso pra ver nem pra viver. Não tenho culpa, o let it go na realidade era pra mim, desde ocomeço... let ME go, let ME go. Se o destino houvesse apenas me deixado partir sem ater-me a detalhes do caminho que trilhei, não haveriam essas marcas que ainda hoje me consomem, que ainda hoje não cicatrizaram e que permanecem latentes desde sempre.




11 de out de 2009

Desejos

Quem nunca pensou em achar um poço dos desejos, um gênio da lâmpada e/ou afins?





Pois então... caso achasses um poço, ou um gênio ou afim, qual seria teu pedido?




Então o desafio é o seguinte:

Quais são as 20 coisas que não fizeste ainda e que pretendes fazer até o fim deste ano???

Simples assim! (assustador, isso sim!)

Ainda não postei a minha lista porque ainda estou queimando fusíveis pensando nisso...

Mas achei a idéia bem interessante, por inúmeros motivos, dentre eles: a gente revê objetivos traçados, não alcançados e por alcançar; é uma oportunidade para pensar nos objetivos para 2010, que já está aí e também é uma ótima ferramenta para eu conhecer mais dos anseios das pessoas com quem me dou... às vezes a gente se dá tão bem com as pessoas mas não conhece elas como pensa conhecer.

Espero os comentários com as listinhas (justificadas ou não) e....



Cuidado com seus desejos hauahauahuahauaha


Beijo da obesa! Que venha o dia das crianças!

3 de out de 2009

How to break up with your girlfriend, in 64 easy steps (video & transcription) - Lev Yilmaz

Como terminar com sua namorada, em 64 passos simples.





     Achando que tem o namoro perfeito? Não adianta... os namoros, na maioria das vezes, sempre seguem o mesmo ciclo.
     E fazendo uso desse ciclo que se repete em tantas vidas, Lev Yilmaz com sua arte torna o ciclo fim de namoro/reinício uma historinha bonitinha e, de certa forma, engraçada.
     Com material barato e com a própria voz o cara manda ver e mostra o que todo mundo já conhece mas que nunca parou pra pensar sobre e/ou perceber como é repetitiva esta história de namoro...



Para quem ainda não afinou bem o ouvido, segue uma transcriçãozinha pra facilitar ;)



How to break up with your girlfriend in 64 easy steps.




Phase 1: the build up.




Get a girlfriend

Be together for a while

Know you're going to be together forever

Think you're going to be together forever

Assume you're going to be together forever

Start to wonder if you really are going to be together forever

Start having sex a lot less often

Wonder if you are drifting apart

Have an argument about her parents

Have an argument about your parents

Have no idea who is she's speaking to on the phone

Notice that other girls have been looking you over

Start complaining to your friends a lot

Have an argument about your job

Have an argument about your clothes

Have an argument about Valentine's day

Have an argument about a frying pan

Break up




Phase 2: the second childhood



Feeling of relief

Feeling of anticipation

Feeling of adventure

Feeling of light stomach

Start going to a lot of parties

Rediscover all the music you like

Start dating people casually

Have a one night stand with the girl you met on the bus

Start making plans for your new future

Receive a drunk dial from ex girlfriend while on the way home from a party

Meet at her place for a drink

Have sex




Phase 3: the back together




Talk about how much you've grown

Talk about how much you've missed each other

Talk about how much better things are now than before

Spend at least one major holiday looking at the stars at the roof of your apartment building

Start to miss the feeling of freedom, but that 's ok

Start to miss the feeling of adventure, but that's ok

Start to miss the music you're listening to, but that's ok

Start not having sex as often again and that's not quite so ok

Have a small argument about a movie

Have a medium argument about money

Have a large argument about whether or not it's important to go to environmentally responsible gas stations

Have an insane argument that you can never really figure out what it was about

Break up




Phase 4: The third childhood (which incidentally is just like the second childhood with a lot less enthusiasm)




Go out to parties again, but just for the hell of it

Go out to bars again, but just for the hell of it

Start getting bored of relief

Start getting bored of anticipation

Start getting bored of adventure

Start getting bored of all the music you like

Call ex girlfriend with a question that you don't really need to know the answer to, but phrase in a way that it'll suddenly indicate how much fun you're having

Decide it is time to find a new girlfriend

Notice that all the girls that happened looking you over have now stopped looking you over

Start looking at a lot of porn, get kinda depressed




Phase 5: The recovery




Start to hate being alone

Start to really hate being alone

Start to really, really, totally, absolutely hate to be alone

Then decide that it is time to learn how to be alone

Get sort of good at being alone

Get better at being alone

Assume as you are perfectly happy and content about being alone

Get a new girlfriend and repeat from beginning





Pra quem não entende inglês... as imagens falam por si ;)

29 de set de 2009

Virgem por acaso



Li este livro esta semana e pirei... ri demais demais...

Trata-se de Stacy Temple, que trabalha para a calcinhas.com, uma empresa virtual de lingeries. Por acaso ela ouve falar que após um ano sem sexo a mulher se revirginiza, é então que ela percebe que falta apenas uma semana para que ela complete um ano sem sexo, desde seu último ex-namorado ela nunca mais teve intimidade com homem nenhum. A partir daí tudo na vida dela parece girar ao redor de sexo, crônicas que ela lê, assuntos na empresa e todo o mais.
Basicamente o livro trata da busca desenfreada de Stacy Temple por uma transa com a finalidade de não se revirginizar e todos os desastres que ela comete nessa busca. Tudo dá errado o tempo todo para ela, coitada.

O livro rende boas risadas e, para mim que defendo o celibato é muito legal, pois se tem um pouco daquela crítica preconceituosa a respeito da mulher que não faz sexo por opção versus a mulher que não faz sexo por falta de oportunidade.

Claro que é um livrinho bem ao estilo "menina-fútil", mas depois de tanto livro chato todos os dias por causa da faculdade, uma bobaginha não faz mal a ninguém e ainda causa o riso.

Clica na foto para o download do livro em pdf =)

22 de set de 2009

Animação Debbyyyyyyyy!!! \o/



Recém é terça-feira.

18 de set de 2009

Eu chicoteando Murphy no final de semana passado





Murphy acabou com a bateria do meu celular/câmera logo quando entrei no camarim da Reação em Cadeia.

E eu driblei ele.


17 de set de 2009

Debby e seus headphones

Debora caminhando pelo campus, 7 da noite.

Musiquinha no mp4.

Intervalo entre uma música e outra


- DEEEEEEEBOOOOOOOOOORAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA OOOOOIIIIIII!!!!!

- oi.

(quando é que as pessoas vão entender o que é um headphone e vão parar de me assustar com gritos nos intervalos entre uma música e outra?)

Murphy.

13 de set de 2009

Murphy...

... me puxa o tapete, mas eu chicoteio ele!!!!
Maiores detalhes em breve.

11 de set de 2009

Que danem-se todos!




Todo limite um dia chega, e o meu vem chegando desde muito tempo. Sempre tento ser resistente no tangente a uma mudança de atitude por pensar que os outros não precisam pagar pelo que sinto. Mas chega, meu limite foi tão apunhalado por tanta gente que eu já mudei. Não estou comunicando nem solicitando, estou informando um ocorrido no passado: EU ME TORNEI O QUE TODOS ME SÃO.


Sempre fui o tipo de pessoa que sempre estava pronta pra estender a mão, o braço, os ouvidos, o ombro, o dinheiro e o que mais eu tivesse em mãos para oferecer em prol de um maior conforto a qualquer pessoa que me aparecesse. Mas nem isso vale a pena. Eu sempre me doando e os outros sempre me fodendo, essa é que é a verdade.


Uma coisa que me incomoda muito é a conveniência das pessoas. Como assim? Conveniência mesmo, aquela procura quando precisam de algo. Gente que nem me olhava na cara, quando tinha um problema que eu poderia resolver, ou tomar a frente para ajudar, vinha como se fosse amizade de infância e como se eu fosse a melhor pessoa do mundo pra resolver seu problema. Odeio isso, gente que só procura pra pedir. Pra esse grupinho, eu venho dando a solução há algum tempo: msns devidamente bloqueados. Eu existo pra coisas além de ajudar.


Outra coisa que me incomoda é a INconveniência: as pessoas sabendo que tu estás altamente envolvida na solução de um problema pessoal que parece insolúvel, e vem a criaturinha com um problema similar e quer que resolvas o dela também. Solução pra essa gente preguiçosa: só olho pra cara desse grupo, baixo minha cabeça e sigo com a MINHA solução. Virem-se idiotas! Se eu tenho capacidade, eles também tem.


Mas pior que os dois grupos anteriores, que são pessoas previsíveis por já terem perfis conhecidos, é o grupo dos falsos amigos. Desses eu tenho aos montes. E eu nunca aprendia a lidar, a resolver. Mas chega de levar na cara. Gente que quando EU preciso de um apoio me enche de grito ou faz aquela cara de “é a vida” e nem pra me aconselhar se presta ou que faz que não ouve ou, o que é ainda melhor... ouve e espalha o que ouviu não merece absolutamente nada proveniente de mim.


Vou desenhar algumas ocasiões: certa vez eu vinha passando uma situação horrível, que vinha me fazendo sofrer muitas coisas que eu nem imaginava, e procurei uma pessoa que se dizia leal a mim para ao menos poder desabafar, porque a solução cabia apenas a mim, e essa pessoa leal me mandou calar a boca porque eu falar não ia dar em nada e que ela já estava de saco cheio de gente azucrinando. Nunca mais toquei no assunto e segui sendo leal a esta pessoa super tolerante com o problema alheio. Meses depois a dita pessoa passou pela mesmíssima situação e eu, por meses a fio, ouvi os reclames dessa pessoa a respeito da ocasião, aconselhava e consolava e a pessoa não se dava conta do quão repetitiva vinha sendo. Passados 3 meses de pura audição eu tentei conversar sobre as coisas que eu vinha vivendo, coisas rotineiras, e a pessoa ignorava as minhas falas pra voltar ao único assunto desenvolvido por meses a fio. Quando o problema passou, adivinha: a pessoa esqueceu que eu existia e me ignorava.


Já fui apunhalada pelas costas por gente em quem eu confiava cegamente, já fui roubada por amigos “fiéis”, já fui escanteada por pessoas que jamais me abandonarão, já ouvi problemas até de inimigos e fui cortês e apoiadora. Já opinei pra gente que não ouve nem os próprios pensamentos. Já cuidei doentes que me amarão para sempre mas que nem me olham no rosto. Já vivi demais e desacreditei.


Não peço reconhecimento nem agradecimento, nem porra nenhuma. Eu só queria uma pessoa em quem eu pudesse contar na hora ruim, porque na hora boa até a minha bebida é mais gostosa. Eu sabia que o dia viria, mas nunca realmente pensei que um dia eu simplesmente me tornaria seca a ponto de não apoiar mais ninguém a não ser a mim mesma. Acho que o dia do meu cansaço chegou. E se eu posso ser tão boa para os meus queridos amigos, eu posso ser ótima para mim mesma. Estou partindo do coletivo para o individual, vou ser auto-suficiente. Quer dizer, eu já era isso de certa forma, né??


Sempre apoiando os outros e sempre tomando na cara pelas mãos das próprias pessoas que apoiei... agora vou focar meus esforços em mim mesma e ignorar os demais. Não quero ser como eles, eu quero ser PIOR que eles, essa gente pidona e ignorante que só pensa em si e em usar os demais.

6 de set de 2009

Murphy 4ever ♥

Se declarar ódio não resolve, quem sabe declarando amor ele enche o saco.
Sabe o dente siso? Aqueeeele do juizo?

Pois é, o meu segundo siso começou a se manifestar ontem num compromisso mega importante pra mim.
Mas, apesar dele e do incômodo eu me virei super bem.

Murphy, ó pra ti: _|_

Acho que não preciso dizer que a minha vontade era arrastar a cara no chão ou fazer coisa pior, né?

3 de set de 2009

É hoje!!

QUE EU COLOCO FOGO NO SUTIÃ!!

Da série: Murphy me ama



Conhece Murphy? Aquele que faz com que o telefone toque sempre que a gente está fazendo um pipi ou tomando banho? Ou melhor: aquele que prega que quanto maior o valor do piso/tapete/carpete do cafofo, mais garantida a queda do pão com a geléia/margarina voltada para baixo afinal, qual a graça de deixar cair o pão se não puder estragar alguma coisa além da cobertura, né?. As pessoas costumam dizer que Murphy é aquele que faz com que tudo que possa dar errado de fato aconteça.
Eu gosto de dizer que (menores de 18 anos, puritanos e demais gêneros conservadores, não leiam isto fora do horário pra não ter perigo de a censura nos pegar) Murphy é aquele que te ocasiona as melhores oportunidades de ir pros finalmentes quando tu está vestindo aquela lingerie que nem pra fazer limpeza presta mais. Murphy é aquele que faz a criatura derrubar o café por cima justo quando mais precisa de um, que espera o fumante compulsivo acender o cigarro pra mandar o ônibus, que permite ao apressado todas as oportunidades de ficar mais atrasado ainda nesse caso ele é super servil, faz o ônibus quebrar, a carteira fica em casa, dentre mil outras oportunidades. Murphy também é aquele cara que ajuda o cara que está louco pra comprar AQUELE celular oferecido em uma promoção incrível na televisão... de celular comprado, no dia seguinte o preço oficial do aparelho cai e, consequentemente, o preço da promoção cai mais ainda e no plano conta 26125121762517 reais o cara leva o celular de graça e ainda ganha de brinde um guarda-sol quebrado e furado!
Nófa. Murphy é o cara. Murphy é o maior Joselito do universo. Baita anti-herói descarado. E meu amante mais fiel. Me manda sinal de vida diariamente. E não tem Iemanjá que me leve embora essa macumba não. Um baita de um exu, isso sim. Incrível este meu amante incondicional... Murphy me ama e se agarra em mim o quanto pode. Não tenho nem idéia de quando conseguirei me livrar dele.
Novas de Murphy? Aparentemente ele estava se ensaiando para ausentar-se do meu dia-a-dia na terça-feira, maaaaaaaaaaaaaaaaassss para cada terça-feira no mundo, existe sempre uma quarta-feira. E a tal quarta-feira do cão não tardou a chegar, na verdade, para não ser mentirosa tenho que admitir que ela chegou correndo e mascarada.
Acordei pontualmente (milagre), saí de casa em bom horário para chegar a tempo na universidade sem precisar estar correndo como louca, tudo aparentemente em ordem. E isso incluía novidades de uma banda que muuuito me agrada e que está vindo à cidade. Tudo na mais perfeita ordem e alegria. Aula interessante, bafos rotineiros, conversês e o café. Eu deveria ter desconfiado. Murphy silencioso é sinal de traquinagem. Sim, é isso mesmo. Como criança, sabe? Se está quieta é porque está aprontando ou vai apresentar AQUEEEELAAAA merda.
E foi. No caminho de casa, cara. NO CAMINHO DE CASA PORRA! PUTA QUE PARIU, CARALHOOO, HEIIIN??? Peguei o ônibus de todos os dias exceto nas férias porque não sou xiita e adivinha só... falecido. Exatamente, aquele desgraçado de uma figa. Pensei com meus parcos botões que aquilo não ia dar certo, porque naquele momento tão último e tão primeiro diante do meu desejo de matar eu sentia a presença de Murphy ao meu lado e isso não era nada bom.
Vamos à explicação técnica rápida: aqui na cidade temos um sistema de roleta eletrônica que depende ainda dum fdp dum cobrador. Existe um dispositivo eletrônico de leitura de cartões para substituir a burrice... digo, a mão de obra dos cobradores no caso do uso de carteiras estudantis e vales-transporte. Este dispositivo é ativado em um primeiro momento pelo cartão do empregado incompetente da empresa que monopoliza o transporte coletivo na cidade para que a roleta possa ser liberada por meio de outro dispositivo que é um botão ao lado do caixa e que os panacas muitas vezes esquecem de apertar. Já em um segundo momento, o que libera a roleta é a leitura do cartão do passageiro ou o pagamento em dinheiro seguido pelo botão aquele que só funciona com barraco. Ou seja, além de controlar o número de pessoas nos trajetos percorridos no período de trabalho da equipe, a máquina desconta automaticamente a devida facada dos cartões dos usuários. Serviço quase nenhum pro cobrador, que se quiser pode até dormir como já vi alguns fazendo. Fim da explicação da maquininha sem serventia aquela.
Pois bem, foi eu subir no lindo, querido, maravilhoso, cheiroso do ônibus que o tal mecanismo bloqueou e deu problema no motor do alegre meio de transporte coletivo (pronto, baixei a plaquinha da ironia). MEU INSTINTO HOMICIDA ESTAVA APITANDO A TOOOOODOOO O GÁS. EU NÃO SABIA SE EU QUEBRAVA O ÔNIBUS, SE EU BOTAVA PRA BERRAR, SE EU PULAVA A JANELA OU O QUE EU FAZIA. O ônibus ficou entalado no trajeto uns minutinhos, enquanto isso eles foram colocando gente pra dentro inveteradamente. O pedaço de merda... digo, do ônibus até a roleta estava lotado de estudantes. Teve gente pensando até que era protesto. Infelizmente não era, bem que podia ser.
Murphy sabe muito de mim, e sabia que eu não tinha dinheiro trocado. Ele colaborou horrores comigo...
Meu mp4 se revoltou contra mim, tocou só coisa de maluco psicopata maníaco homicida(mania do shuffle) e eu estava absolutamente descontrolada. Uma coisa que me emputece, dentre tantas outras, é dividir espaços fechados com muita gente, afora isso ainda vem o pior fator: dividir espaço fechado e altamente restrito com gente covarde, em linguagem vulgar, cagona.
O que eu mais odeio ao ver aquela cara feia do falecido é saber que o cara me acusou de coisas inacreditáveis e ainda tem a cara de pau de seguir me procurando virtualmente. Sim, o cara visita com frequência meu Orkut e cada vez que tem a oportunidade de falar com amigas minhas ele pergunta de mim. Homem cachorro é coisa triste. O cara me difamou o que pode pra quem quis, inadvertidamente. Desde dizer que eu roubei o Orkut dele até declarar publicamente que eu era uma cachorra e que eu teria abortado um filho dele. O que me consola é saber que pelo menos a imaginação dele é fértil.
Eu não sei qual a dificuldade do cara de me deixar no meu canto e admitir que tomou um pé na bunda e que isto foi uma decisão permanente e imutável. Ele ainda se morde pelo fato de eu nem olhar na cara dele... ahahaha ele queria oizinho, pobrezinho! Ele, que disse pra quem quisesse ouvir que o dia que passasse por mim só não me matava porque não queria gastar as fortunas dele com cestas básicas.
Então acho que isso facilita a compreensão da minha fúria e descontrole.
Na saída do campus, meu mp4 começou a cantar “Vá tomar no cu”, sim, aquela mesmo. No momento do auge da música (se dá de chamar de música) em que se ouve “your ass is everything, vai tchumar no quiu” a porra da roleta foi liberada por aquele mecanismo de merda que citei acima. Milagre? Não. Murphy :) Não preciso dizer que morri rindo ao saber que o meu “ass is everything” e sabendo que, este sendo o sacrifício oferecido, a roleta desbloqueou. Além de tudo paguei minha cota de loucura.
Entreguei um dinheiro de bêbado todo amassado, nem eu tinha dado por conta o estrago naquela notinha de 5 até que eu fui tentar abrí-la pra entregar pro “mimoso”.
Valor da passagem: R$2,05. Troco: R$2.95. EM TONELADAS DE MOEDAS DE CINCO! OFERTA: pague em nota maior que o valor e ganhe o troco em moedinhas de cinco, e mais! Ligando agora para a puta que pariu além de tudo isso você ainda leva de brinde a cara de seu ex desgraçado em formato deboche! Aproveite já esta promoção, é só para a primeira Debora que passar na roleta neste meio-dia de quarta-feira! Espere já por Murphy e aproveite esta promoção!
Não me bastava um ex que não me esquece. Não me bastava ter sido desenhada um monstro. Não me bastava tudo que vivi e ouvi e passei com o dito cujo. Não me bastava ter dado um fim. Murphy tinha que colaborar mais uma vez.
Tô fudida. Sem mais.
Não me assombre mais
apenas me deixe em paz
e leve as lembranças junto com você

30 de ago de 2009

Hoje nostálgica...




Sabe quando se guarda aquela angústiazinha que parece que não passa, mas ao mesmo tempo ela nem está lá porque o que falta é, na verdade, um pedaço da tua essência?
Pois é...
É isso que eu sinto hoje. Estava rememorando partes do passado que valem a pena serem relembradas sempre que a alma fica desconfortável e foi incrível que o buraco que eu tinha ficou ainda maior.
Semana passada acordei pra uma realidade que ainda não tinha se anunciado diante dos meus olhos com a clareza que se anunciou naquele dia.
Acho que depois de mais de uma semana digerindo a história eu caí na real. O que parecia um destino provável acabou, com uma pedra em cima, pra ter certeza de que nada vai reaparecer.
Como sempre, estou à mercê do tempo. Talvez hoje mais do que nunca. Mas não me importo.
Ontem encontrei uma borboletinha que ganhei de alguém, aquilo deixou meu interior tão apertado, mas tão apertado que nem um grito sairia dali... uma saudade bonita duma coisa que foi tão boa que fez eu me sentir bem enquanto caía naquele precipício vazio e escuro.
O tempo é implacável, deixou minha borboleta com um pedaço faltando. Mas voar é das borboletas... nada que a vida não resolva.



Assim eu espero.

28 de ago de 2009

Ah... o Twitter!


Que o Twitter é um sucesso, eu não tenho dúvidas, maaaasss... tem coisas lá que são tããããão incômodas!
Ando cogitando o delete do meu Twitter pela simples razão de haver excesso de spammers como meus followers e por chatice de outros.
Tenho twitteiros que são assim:

peidei

1min depois: cheirei o peido

1min. e meio depois: o cheiro estava bom

2min depois: vou comer um repolho pra peidar de novo

2min e meio depois: estou comendo o repolho

...e por aí vai!!!!

Imagina só as coisas se teletransportando para ficarem ao lado do computador. Milagre? Não. Tecnologia? Talvez. Isso, meus amigos, é o milagre do Twitter, que permite que tu consigas tocar piano e twittar ao mesmo tempo, que permite que as pessoas leiam livros chatérrimos e enormes enquanto twittam!!!

Mas pior que isso, que as Twittadas compulsivas do peido e os milagres twitteiros, são os insistentes. Ninguém retwitta o cara e ele fica pentelhando com as mesmas afirmações por horas a fio. E fica sem resposta forever.

Bah, esse twitter é pra doido, acho que eu escreveria um livro sobre isso. #prontofalei



(inspiração hoje? NENHUMA)

7 de jul de 2009

“os sortudos”

Incrível o fato de o mundo haver parado devido à morte do Michael Jackson. Todo e qualquer website tem alguma menção ao nome dele e à fatalidade que lhe ocorreu. Parece até mesmo inevitável citar os ocorridos finais de sua trajetória. Eu não citaria isso,mas acabou tomando proporções maiores que eu esperava. A cada dia me admiro mais da maneira como deturparam os valores fúnebres.
O que eu poderia dizer sobre Michael é o seguinte: prefiro, sinceramente, acreditar em teorias mais conspiracionistas... ele não morreu. Motivos não me faltam para acreditar piamente nisso. Claro que atualmente todo mundo virou fã de uma pessoa que até um ano atrás estava tendo todos os dedos do mundo apontados para sua face, julgando-o pedófilo. Mas não é o meu caso, vejo ele como um dos heróis da minha infância,uma das figuras que muito admirei durante a minha vida.
Muito suspirei assistindo Moonwalker no Cinema em Casa, muito cantarolei “aniuátchu-uatchu”, dançando (como uma minhoca contorcendo-se numa chapa quente) que, na realidade era o refrão de Smooth Criminal e que não tem nada a ver com o que eu cantarolava... nem a dança era correspondente. Joguei Moonwalker também! Tive copinho da Pepsi com foto dele (e ai de quem usasse meu copo!!!) e chorei na noite em que ele fez show perto da minha casa e eu não pude ir por ser piázita demais... ainda assim minha mãe gravou o show, que passou na tv e eu assistia direto encantada com aquele homem que parecia flutuar. Eu queria ser a menininha do Moonwalker, essa é a verdade! Haha...
Quando eu soube da morte dele posso dizer que eu fiquei bem chateada, me estragou o dia. Sou da ala dos que acreditam na inocência do cara quanto aos casos de pedofilia e dos que acreditam que ele tinha vitiligo mesmo. Não por idolatria, mas por acreditar que o cara já tinha sofrido demais no passado pra retribuir na sua idade adulta descontando em crianças que não tinham nada a ver, e também por achar meio improvável a possibilidade de uma pessoa “branquear” como uma roupa que é colocada num balde de clorofina.
Mas, vamos ao que interessa, o que realmente vem me incomodando nos últimos tempos (além de todo o estardalhaço exagerado e repetitivo da mídia) é a questão do tal funeral. Já vamos para duas semanas que o cara morreu, passou por nada mais do que DUAS autópsias, sabe lá onde socaram o corpo do homem e ainda tem toda a função de enterro que parece não desenrolar nunca! Vamos começar imaginando o estado do corpitcho, que em vida já estava em estado altamente “complexo”, nem queiramos imaginar como está por esses dias...
Fora o desrespeito com o corpo do falecido, é um cúmulo o tamanho do megaevento que está sendo montado para uma “despedida”. Peraê! Uma despedida para quem morreu não deveria ser um velório e um enterro? Pelo jeito não... Sorteio de ingressos, vários artistas mundialmente famosos, fila de espera, histeria por ingressos conquistados, cambistas, etc, etc, etc. Gente que tem um ingresso para o tal evento é chamado de “sortudo” e comemora como se tivesse ganho no Toto Bola. Tá, é um show do Michael, não é? O último da carreira? Não, não... é o funeral dele. As pessoas comemoram que ganharam um INGRESSO pra um funeral. Nada de anormal. Mas a mídia lembra: não esqueçam-se que este evento não é uma celebração, é um funeral! Uhummm!!! É, a gente tá vendo mesmo.
Os caras perderam completamente a noção, o senso do ridículo. Esse é o funeral mais Joselito que eu já vi na minha vida toda. Eu achei que depois do funeral do último papa, que nos últimos dias tinha as narinas roxas de tanto esperar seu próprio enterro, eu não veria nada mais esdrúxulo. É, vivendo e aprendendo. Vivi pra ver mais bizarria de celebridades mundiais. Blérga.
Pobre Michael! Sorte a dele não ter vivido pra ver isso. Melhor dizendo: Sorte a dele ter armado essa história toda pra dar risada do mundo todo re-enriquecendo os bolsinhos dele e fazendo todo esse escarcéu, devolvendo a fama por ele perdida e redesenhando ele um herói.
Não quero ver outras mortes famosas. Ah não quero mesmo! É muito nojento. Em todos os sentidos.

30 de jun de 2009

26 de jun de 2009

É... vou comprar uma bicicleta.



Afirmação irônica? Não, não... é humor ácido mesmo.
Sabe a velha pergunta "Casar ou comprar uma bicicleta?". Pois é, é nela que me calquei. Não casarei mesmo. Sou celibatária e solitária assumida e bem feliz. Mas minha dúvida repousa em outras bandas.

Estou me enjoando do meu curso universitário. Já fui bem mais apaixonada por ele. Hoje em dia qualquer motivo é bom motivo para eu ficar em casa dormindo. Se é dia de sol é porque é dia de sol, se chove é porque não quero me molhar, se estou bem disposta é porque não quero perder 4 horas do meu dia dentro duma sala de aula ouvindo pencas de baboseiras que vão me render um canudo e merda nenhuma de emprego. Perdão caros professores que me ensinam, mas essa é a realidade.

Estou numa corda bamba que a cada dia pende pra onde meu humor me carrega. Às vezes penso em Caio, que abandonou as Letras para ser escritor. Se deu bem! E não passou pelo processo de limitação que se passa em um curso de Letras, no qual tentam controlar tua escrita, modelar, tirar rebarbas e, por assim dizer, despersonalizar algo tão pessoal quanto a escrita. Ele que foi feliz. Morreu cedo, mas não teve que brigar muito mais com esse dilema do curso universitário.

E às vezes penso na minha mãe, que saiu do curso no segundo ano. Se deu mal, e se arrepende da escolha feita. Acho que pra esse não existem maiores argumentos do que saber que a pessoa não foi bem-sucedida em sua escolha.

É mole essa escolha? Não, não é. Quando prestei vestibular pra Letras prestei esperando o tal Jornalismo que um dia viria (virá, sei lá) para a universidade em que estudo. Claro, Letras tem tudo a ver, ajuda com a escrita mimimimómómó. Sempre amei doentiamente a Literatura e a Língua Inglesa. Bastaram 2 aulas de teoria literária para que eu visse que ali era meu lugar e que se dane o Jornalismo. A Linguística também me deixou bem insana... mas isso só no começo.

Hoje em dia convivo com Literatura de uma forma que está me fazendo odiar algo que eu já amei e muito. Leio o que é pedido, mas não com o mesmo prazer, pois sei que vou ler, vou entender, vou morrer de amores, mas na prova vou tomar bomba. Linguística não temos mais. Quarto ano de Inglês não tem mais. Eu planejava estudar Linguística III e IV quando acabasse o curso, numa espécie de reingresso. Mas já não sei nem se concluo o curso. Estou vendo que a maldita da Literatura há de me prender mais um ano.

Língua Inglesa eu nem preciso falar que passo a aula voando (quando vou), né? Passei por maus bocados na parte de Língua Inglesa ao longo dos três primeiros anos da faculdade, a professora daquela época era um demônio. Era não, é. Porque ninguém matou ela ainda... hahaha. Já este ano, a professora é um amor, mas eu já enchi o saco da área em si e trago comigo (os estragos da noite) traumas de anos anteriores na disciplina. Até ler dicionário eu leio em aula... dá pra acreditar? Minha conduta está chegando a um nível que começa a atrapalhar meus colegas e perturba os professores. Não que eu não valorize o trabalho deles. É só o fato de eu não conseguir mais permanecer atenta ao que acontece na sala de aula, porque eu enchi o saco, porque eu estou vendo que este curso não vai me levar a lugar nenhum!

No meu pouco tempo de carreira na área, já vi coisas que me comprovaram por A mais B que o meu diploma não vai valer nada, que o que é necessário para a construção de uma boa carreira é um bom QI e mais nada (e arranjar o tal bom QI é mais fácil do que se pensa... mas isso depende do valor que se está disposta a pagar. Eu não pagaria valor nenhum por um QI). E eu com um curriculo invejável para a minha idade, deveria me orgulhar, mas não: pura falta de tempo tanto curso, tanto estudo, tanta merda de dedicação.

Se ao menos eu tivesse talento para alguma coisa que eu pudesse fazer de maneira autônoma... mas nem isso. A vida é dos que tem sorte, MUITA sorte. E eu nasci azarada. Fui ser gauche na vida.

Mas que se dane Carlos (o gauche), que se dane o punhe*** do Álvares de Azevedo e o trouxa do exilado aquele do sabiá.

Em 5 horas estarei queimando fuzíveis em uma prova de Literatura que, a despeito de todo o meu estudo e leitura extra, vai me dar uma notinha xinfrim. Pelo menos eu li e adquiri cultura, tu deves estar a dizer agora. Quer saber?? EU QUERO QUE ESSA PORCARIA DE LITERATURA MORRA!!! QUE BOTEM FOGO NAS BIBLIOTECAS E ME DEIXEM EM PAZ!!!

Acho que por hoje era só.

Só pra fazer jus ao nome do blog: a dieta vai bem, com o lance de eu ter virado mestre cuca, a bunda já começou a diminuir e o relógio foi fechado um buraquinho acima do comum ontem.

20 de jun de 2009

Não ensaiei nada pra escrever aqui hoje



Você, meu amigo que acompanha esta bodega e ri da minha desgraça deve estar perguntando o porquê de eu não postar com frequência. Pois respondo: pra mim escrever é que nem cagar, preciso de inspiração,privacidade e paz de espírito. Ah, e só consigo em casa.

Ou seja, nos últimos tempos caóticos, desesperadores e depressivos que eu ando vivendo, não consigo nem me concentrar direito. Estou podre. A cara cheia de espinhas por conta do stress, olheiras que me fazem parecer um panda de cabelos levemente avermelhados (não que eu não durma, apenas não consigo PARAR de dormir).

A dieta vai de vento em popa. Estou chefiando a cozinha. Ou seja: odeio a minha comida, como só o necessário pra sobreviver.

No mais, ando fazendo a linha da típica velha solteirona: Aula de manhã, depois passo o dia crochetando, tapadinha com a minha gata. E tomando baldes e mais baldes de café. Só.

Mas o que são pequenas espinhazinhas, não é mesmo?

14 de jun de 2009

É, comendo menos eu estou, só anda me faltando o devido ânimo para os exercícios... esta semana eu dou um jeito de me movimentar!
Meus dias andam meio parecidos e passando rápido... essa coisa de desemprego ainda vai me adoecer!

Pegunta do dia: tem como largar os games pra ir caminhar?

10 de jun de 2009

10/06/2009 - dãããã

hahaha.. Vamos ao meu novo primeiro dia, que se deu numa terça feira, o que é bom... já comecei a dieta no segundo dia.
Comecei a manhã como todos os meus dias: lavando as fuças, escovando os dentes e bebendo meus dois copos de água (é religioso, não me perguntes)

Meu almoço foi super comportado, comi o suficiente (que é menos da metade do que costumo comer) e fogi da cozinha. Tudo ia muito bem, até que...



Cheguei no local de trabalho e soube que "o meu contrato precisava ser encerrado". Tradução: tu tá demitida, fia!
Não esquentei a cabeça por causa de emprego por estar fazendo meu pézinho de meia, mas confesso que me enraiveci porque nunca me demitiram, sempre era eu quem pedia pra pular fora, e outra: segunda-feira sempre era o dia mais f*** lá, esperaram eu fazer o trabalhinho básico de segunda-feira e me brindaram com um pé na bunda. Me emputeci mesmo e não nego. A começar que eu não fazia o trabalho para o qual eu havia me candidatado, o que muito me desmotivava... mas isso já são águas passadas e eu prefiro enterrar essa história.

Resultado da raiva? 3 pãezinhos com tudo que tem direito dentro e um café bem forte e doce antes do banho. Chutei o balde afu. Sem motivo, mas estava raivosa... fico cega quando tenho raiva. Comi mesmo e daí? Que se foda, na real... amanhã recomeço. (de novo)

Mas posso garantir que comi bem menos do que vinha comendo.
Vamos em frente que atrás vem gente e de Faustão já basta o domingo!

09/06/2009 - 5 da manhã

Até desliguei meu computador com essa. Tudo porque vestir G não é consolo nenhum (sim, tô puta).
É, eu sei que parei com a dieta e que não deveria ter feito isso, mesmo não tendo ganho peso. Mas o fato é que parei e estou dando ataque de pelancas de novo. Não me faltam motivos.

1- hoje estava atrasada para o trabalho e fui inventar de andar um pouco mais rápido... resultado: dor nas pernas que parecia que eu havia puxado ferro e falta de ar (sem desconto pra gripe). Ai que ódio do sedentarismo... mas exercícios também me deixam mau-humorada.

2 - fotos de um dos eventos do fim de semana. Já parou pra imaginar o Faustão travestido? Pois bem, cá está:



Volto ao histerismo fútil de "aimeudeuseusouobesaemorrereisenãoperderpeso". Sim, eu estou histérica.
Acabo de tomar o último copo de Coca Cola da minha vida e juro pelos meus amigurumis vivos (sim, eu tenho medo) que amanhã eu vou caminhar pra faculdade (ida e vinda).
Peso? Não sei quanto estou pesando, sequer medindo, não quero saber e tenho raiva (E MATO) quem se atrever a saber! (queima de arquivo é diva!)

Rezem por mim! (que meda!)

bjsmetwitta

28 de mai de 2009

Oh Debby...

É irônica a forma que as músicas ativam a minha memória, como um gatilho. Estava jogando paciência ouvindo músicas no meu mp4 quando me deu um dos meus estalinhos de memória. Oh Debby... só queria te amar ...
Como sempre, minha cabeça funciona em forma de turbilhão organizado numa seqüência cronológica decrescente: primeiro as memórias mais recentes e depois a mente vai se afastando e chegando às memórias mais antigas. Acabei ancorando no último verão da minha adolescência.
Engraçado como as lembranças mais antigas são sempre as mais vívidas. Mal me lembro o que almocei mas tenho capacidade de lembrar perfeitamente de coisas que já aconteceram a um bom tempinho. Acho que isso explica o fato de muitas vítimas do Alzheimer terem parado no melhor tempo de suas vidas. Não que o fim da minha adolescência conste como o melhor tempo da minha vida, mas que foi consideravelmente bom e inesquecível... ah isso foi.
Pro Natal de 2003, uma operadora de telefonia celular lançou uma promoção na qual quem adquirisse um aparelho poderia falar todas as noites de graça para celulares de mesma operadora das 10 da noite às 6 da manhã. Bom, né?? Para uma adolescente cheia de assunto isso era bem mais que bom.
Naquele ano mesmo eu conheci uma menina que é cega, a Lu... nunca vi pessoa mais louca do que aquela figura, ela consegue ser pior que eu. E no auge das nossas loucuras, uma promoção de falar de graça era um fuzuê que deusquitilivreeguardeprasempre. Pobres das mães e dos celulares. Pobres das mães porque naquelas férias de verão não teve noite em que eu e a Lu não dormíssemos sob o mesmo teto (fosse o dela, fosse o meu), o que fazia as mães loucas! Preparar macarrão com lingüiça às 4 da manhã era nossa especialidade. Ah, e colecionar almofadas para serem usadas como abafadores de risada também. Lu que não me deixe mentir. E os celulares eu nem preciso dizer que eram usados conectados à luz, né?
Agora quem me lê se pergunta: o que tem a ver o cu com as calças? (neste caso a música com a promoção e a Lu e o fim da adolescência) Pois respondo: a promoção se deu no último verão da minha adolescência (oficialmente, claro que eu não sou adulta ainda... e quem disser que eu sou toma umas biabas), que foi quando eu conheci a Lu pela minha mãe e com a Lu aproveitei a tal da promoção. Mero detalhe: nem o meu celular nem o da Lu faziam parte da bendita da promoção. Pela Lu eu conheci um moço que ela conheceu pelo telefone mesmo (parece aquelas histórinhas de minha mãe disse que a minha tia ouviu da vizinha dela que soube pela prima do cachorro do avô do tio dela que...). Pois bem, o moço que nós duas não conhecíamos e que nem nos conhecia, mas com quem falávamos direto com a tal da promoção das 10 da noite até as 6 da manhã cantarolava pra mim essa musiquinha do TNT.
Tanta explicação pra uma lembrança que vem à minha cabeça rápida como um tiro. Saudade daquele verão, saudade da Lu, saudade da promoção do telefone e da desocupação daquele tempo, saudade da musiquinha que o moço do telefone cantarolava, saudade dos “xixis” das mães que nos reclamavam as risadas, as jantas fora de hora e o não dormir, saudade de dormir de dia e de sussurrar entre risos abafados na madrugada. Aquele verão renderia um livro se eu quisesse... tal qual muitos outros verões e outras tantas músicas. Nessas horas é que se percebe que saudade é bom, sinal que se teve história nessa passadinha tão ligeira pela terra.

6 de mai de 2009

Esses encontros...

Tem coisas na vida da gente que fazem rir de graça e te dão o poder indestrutível de ter a capacidade de não deixar que nada que ocorra no resto do teu dia estrague o que foi tão bom ( por mais simples que isso tenha sido).
Não nos atenhamos a datas nem nada desse tipo... para quê faremos usos de convenções tão vazias se podemos falar de acontecimentos que podem valer mais do que número-barra-número-barra-número, não é mesmo? Não que eu esteja desmerecendo as datas (estou), mas nesse caso não é data a ser guardada e comemorada, então não me importo.
Num desses dias (clima de mistério para que eu não seja óbvia), tive uma prova horrenda na universidade, daquelas que no momento de saída da sala onde a prova ocorreu tu pensas: Qual é o meu nome mesmo? Esvaziei o cérebro ali... o habitual latejar da mão que escreveu demais, a cabeça tonta e o corpo bobeando por ter passado quase três horas sentado, encurvado e com o pé batendo no chão sem parar (como se isso ajudasse muito no raciocínio).
Saída de lá, parada habitual numa sacada do prédio onde estudo, conversa com os colegas que fizeram a mesma prova... todos com as mesmas caras de zumbi. Se a gripe A chegou e se ela teria a capacidade de criar zumbis com a mutação de vírus H1Z1 (ao dono da teoria, os meus parabéns, eu ri...hahaha), os zumbis éramos nós na sacada do prédio.
Ok, rumo ao CC e sedentos por café, os zumbis tem táticas revolucionárias:”- eu corro pra uma mesa e tu pega os cafés. Run!!!” (explicação: muitos alunos de várzea no CC e pouca capacidade física para comportar todos os jogadores de UNO, truco e vídeo game; matadores de aula; interneteiros, namoradores, beberrões e todos os tipos que permeiam o Centro de Convivência)
Todo mundo sentado bonitinho e...

O que eu quero contar é da visão que tive ... visão e companhia. Cansada, com dor de cabeça, na espera que o café esfriasse um pouco para que eu pudesse tomar e blablabla, vi a criatura aquela que só eu sei o que me causa - na real eu nem sei o que me causa, essa é a verdade e talvez a razão de eu estar colocando pra fora tanta informação boba de menina adolescente que escreve em diário – vi e a criatura veio imediatamente em minha direção, pra debochar como habitual. Não vem ao caso que brincadeiras da minha parte, e nem a recíproca.
Me fez cometer sandices, como habitual (2), me fez rir, riu e quase que eu morro. Eu, no auge dos meus vinte e alguns anos, pareço uma adolescente boba do lado dessa criaturinha, que coisa de louco ¬¬. A quem interessar possa: perdi a linha de raciocínio mais de três vezes, tendo que retomar o pensamento do início, ruborizada (óbviooooo); gaguejei incontáveis vezes, a coisa mais ridícula que eu poderia fazer, me julgo fluente o suficiente em português a ponto de não gaguejar e nem em público eu gaguejo... ruborizada... gaguejar é uó. A pessoa sentada ao meu lado, se aproximava de mim e eu me esquivava, estava a bem dizer quase montada no braço da minha cadeira. Por quê eu faço isso meudeusinhodocéuzinho???? Eu nunca faço isso com outras pessoas que me dou tão bem quanto com a pessoa essa, com gente que conheço a menos tempo eu tenho mais desenvoltura do que... ah, deixa pra lá.
Depois da despedida o ridículo foi maior... sabes drogado quando está numa “nice”? Debby neste momento. Doidona, loucaça. Que se dane compromisso, que me dane eu e que se dane todo mundo (aloka). Só de ver fico feliz. Fico bobinha, fico pré-adolescente de novo... nunca vi alguém colocar abaixo todas as minhas muralhas desta forma. Sempre fui bem desenvolta, mas perco as estribeiras, fico tímida, gaga, insegura, autista, burra e essa merda toda que me dá. Poxa, se eu pudesse mostrar quem eu sou... mas eu não consigo. Aparentemente nem ele. Falta o assunto no meio. Eu nem olho pra ele, acho que se olho me dá um infarto-agudo-fulminante-fatal... hahahaha pode rir que eu estou ridícula mesmo e hoje é de graça, nem me importo. Ele me olha e eu derreto, não posso olhar. Sempre tem o deboche sobre o meu cabelo, sobre as minhas coisas, sobre tudo. Sinceramente? (agora vou me achar, não leia) Sinal que ele repara nin miiimmm ^^ aiii (suspiro profundo).
Como eu estou retardada nesses dias. Podes fazer cocôzinho na minha cabeça que eu olho pra tua cara [de pau] com cara de riso e nem dou bola (alokaaaaa). Não tem o que me estrague tão cedo, isso é bom. Perto mais fraca, longe mais forte. Ai que ódio. Momento do mantra (erga seus sovacos ao céu e reze comigo):
houuumeeeeiiinnnnsssss naaauuuuuummmm preeeeeeesssssstaaaaaaaaammmmmmm
houuumeeeeiiinnnnsssss naaauuuuuummmm preeeeeeesssssstaaaaaaaaammmmmmm
houuumeeeeiiinnnnsssss naaauuuuuummmm preeeeeeesssssstaaaaaaaaammmmmmm
houuumeeeeiiinnnnsssss naaauuuuuummmm preeeeeeesssssstaaaaaaaaammmmmmm.
Nem isso me adianta mais. Que merda.
Engraçado que essa história não é nova e não adiantou de nada a tentativa de ponto final. Quer dizer.. nada existe entre nós a não ser amizade e isso é o que se vê. Mas o clima está lá. Só eu sei o que isso significa, quem é de fora acha que estou louca. (segunda tentativa de explicação) É como se tivesse algo pendente... eu sinto como se tivesse um fiozinho invisível que nos prendesse. Não sei dele, mas de mim é isso. Não vou expôr comentários de amigos meus e de amigos dele porque eu não quero deixar mais explícito do que já estou deixando o que sinto. Tenho medo do que eu possa sentir, dado o fato de eu sempre crer que não existe amor e dado o fato de eu nunca haver sentido nada do além de hormônios em ebulição. Nunca estive nesse descontrole. Já há quem me diga que isso é paixão, mas isso é coisa de boiola. O fato é que nunca tive uma amizade assim, tão extremada. É um bichinho, um alienzinho. Essa é a minha teoria.
Tenho resistência à distância, e quando estou longe o bichinho está quietinho, não dói, não faz cócegas e nem se mexe. O bichinho parece sentir-se seguro. Já na proximidade, só no bater de olhos, o bichinho acorda e fica elétrico... minhas mãos tremem, os olhos viram ventiladores, tenho que segurar alguma coisa (geralmente é o copo de café se eu não jogo ele por cima de mim antes...é, já paguei esse mico... pior de tudo foi ele não haver me ridicularizado ou debochado de mim pelo mico pago... me deixou mais desarmada ainda) e peloamordedeusinhodocéuzinho... preciso de amigos do meu lado nesse momento (tão último e tão primeiro), mas o descontrole é tanto que eu esqueço dos amigos... Larissa e Leandro que o digam... ambos comigo (Lari no msn, Leandro do meu lado) e eu esqueci completamente dos dois...
Ainda estou com o bichinho a mil [pelo Brasil] aqui dentro. Acho que é vermes. Não tenho nem saudades. Existe em mim uma segurança estranha... mas bem queria eu que o tempo fosse que nem os nossos velhos VHSs que a gente dava um éfe-éfe (sim, eu sei que Fast Forward tem em DVD também) e adiantava a história. Eu tenho medo e curiosidade com relação ao futuro. Quero ver logo o que pode acontecer no que condiz a essa parte da minha história (que, sinceramente, eu acho a mais bonita).
É pena eu saber que existem despedidas mais concretas com datas previstas... não posso torcer pelo adiamento dessa despedida iminente, ou torcerei pelo fracasso dele. O destino sempre mandou em tudo. Não é por agora que a vida vai fazer diferente. Pelo menos é isso que espero. Enquanto espero, aproveito aqueles olhos que tanto me descontrolam , opa... descontrolam o bichinho.

Livro de boiola: só mais 24 horas.

21 de abr de 2009

14/04/2009 - The Mantra Day

citação intelectual: "Continue a nadar" (Dori - Procurando Nemo)

Hoje eu ia postar uma coisa tão feliz que escrevi na segunda... deixa pra lá... felicidade é pra quem pode.

Hoje voltei pra casa como cachorro que mordeu a perna do sofá e levou umas palmadas... acuada, medrosa e fugidia.

Aquele bom e velho senso-comum que reza "Tá na merda? Calma que vai piorar!" a cada dia se torna mais presente. Um mantra louvável.

Temo que eu tenha que me preocupar mais comigo. Acho que assim o fardo vai se tornar mais leve. O problema é: eu odeio egoísmo. Mas ao mesmo tempo eu sei: ninguém vai pensar e agir em prol de mim mesma. Umbigos foram feitos para serem o centro do universo... acho que eu preciso começar a pensar mais no meu.

Umbigos à parte, o meu dia já começou uma bosta, a seqüência foi mero jogo de "siga-o-mestre", por assim dizer até meio macabro. Até barraco na rua eu consegui! Ora veja você! Um b-a-r-r-a-c-o!!! Barraco! Barraquinho! Barracão! Barracãozinhoão! BARRACOBARRACOBARRAAAAACOOOO!!!!!

Lição de hoje? Mantra: "Tá na merda? Calma que vai piorar!"

Não gosto de acreditar nisso, porém hoje também foi o dia do mantra-senso-comum: "Acerto, ninguém vê... mas quando erro ninguém esquece" em todas-as-áreas-da-minha-vida-de-forma-completamente-unânime-em-sua-totalidade (sim, eu quis ser e fui um pleonasmo redundante repetitivo ... e irritante). Acho que eu era para ter dado mais barracos. Ou não ter acordado. Ou ter dormido de novo e acordado de novo. Ou não ter saído da cama. Ah, foda-se.

Parece a morte, a gente sempre acha que era uma situação passível de solução e usa isso pra justificar uma puta merda ou para se esconder atrás disso e se sentir menos culpado. Sabe como é nos velórios? Ai, se a gente tivesse feito aquela laparoscopia anal pelas vias aéreas talvez tivesse descoberto o problema a tempo de curá-lo mimimimigentechata. É que todo o mundo é imortal e todo o problema tem solução. Tipo isso: (bobageira, não precisa ler) Ahseeunãotivesseusadoaquelacalcinhaquemedáazareaqueleperfumedeurubumortocomfrutascítricastalveznadativesseacontecidohojeetalvezseeutivesseficadodoenteenãotivessecomparecidoaosmeuscompromissoseupoderiamefazerdepobrecoitadaenãoteriaproblemasnemnadadotipoporqueasomadosquadradosdoscatetosacaboucomomeudiaeeujánãoseimaissesoumedusaouhipotenusa.

Quer saber? FUDEU DE VEZ!!!! (parêntese: pra quem viu a comédia stand up aquela, essa expressão faz sentido... para os tapados segue o link logo abaixo. Apertes o play e aguardes a barrinha vermelha carregar, depois assistas ao vídeo atenciosamente. Ao fim me agradeças por ter sido tão caridosa em compartilhar minha cultura inútil contigo /debbyteresadecalcutá fecha parêntese )



Ter acordado hoje foi o problema. Solução imediata: Tô indo dormir.

Mantras positivos para sua vida:
(modo de uso: numa posição qualquer, pode ser sexual também, reze o mantra escolhido até sentir o corpo flutuar... o deus Murphy há de estar com você e fazer estes mantras funcionarem da melhor maneira)

*Dias [nada] melhores virão*
*Vaso ruim não quebra [se não cair]*
*Há sempre uma luz no fim do túnel [se não for o trem corre que é assalto]*
*Não há pior quando se está no fundo do poço [por isso eu sempre carrego uma pázinha]*
*Sem solução só a morte [e todo o resto]*



Murphy esteja com você. Amém